sexta-feira, 28 de maio de 2010

More, more, more...

Demandas para o weekend (29 e 30/05):


  • Terminar matérias do BoletIN do Lappis;
  • Ler e fichar os artigos de Regime de Produção de Conhecimento para esta semana;
  • Preparar fichamento e artigos para apresentar na aula de Fundamentos Teóricos.
Por enquanto, é só (??). 

domingo, 23 de maio de 2010

Eu fui, e vocês? - ATUALIZADO

Atualizado - Minha cobertura do evento aqui.

I can see clearly now, the rain is gone

Fichamentos prontos e leituras em dia. Lição do mês: não deixe para amanhã o que você pode fazer hoje. Em outras palavras: não acumule os trabalhos de Regimes de Produção do Conhecimento!

Gracias Monica e Carol, por lerem e comentarem neste singelo blog. ;) E  Pat Tiemi, Marina *Maria Morena* e Dani Savaget pela visita.

sábado, 15 de maio de 2010

A Lua em Peixes

A posição Natal da Lua no Signo de Peixes é típica de pessoas com uma sensibilidade refinada e especial. Sentem e percebem coisas totalmente despercebidas para os outros. Tolerantes e compreensivos devido ao extremo sentimento de compaixão.

Bastante empáticos, são tocados pelos sentimentos e emoções dos outros. É crítico para eles manterem uma fronteira emocional e separar as suas impressões e emoções das dos outros. Imaginativos, podem sentir coisas e reagir a elas sem que nada daquilo esteja realmente acontecendo. Funcionam melhor se tiverem um despertar, um começo de dia suave, porque vão voltando do estado do sonho e do sono aos poucos.

Pessoas com a Lua em Peixes são vulneráveis a cair em ilusão e encantamentos. Muitos vezes têm emoções confusas, com a sensação de que algo está acontecendo ou para acontecer sem detectar exatamente o que seja. Sentem tudo, pressentem tudo. Impressionam-se com tudo. Como uma pedrinha jogada na superfície de um lago e que produz sucessivas ondas por vários minutos. Embora o estímulo seja pequeno a reação é ampla.

Sentem-se bem ajudando as pessoas em aflição e apuros. Pode haver uma grande riqueza e um variado repertório emocional nessa personalidade. Há algo de sutil em como percebem os sentimentos alheios e captam a atmosfera dos ambientes. Há um grande anseio de fusão através dos vínculos emocionais. Elas sabem que no terrenos da emoções as coisas não são arrumadinhas. O que as pessoas dizem, não é o que elas sentem. O que elas sentem, não é o que elas sabem, etc. Que tudo é muito sutil, variável e possível, portanto, em matéria de sentimento e reações não se pode levar tudo ao pé da letra.

Tratar com delicadeza, sem crítica, sem julgamento, com aceitação e compreensão os próprios sentimentos e os dos outros é uma grande qualidade dessa Lua. Quando não estão bem, para se confortarem começam a imaginar uma situação idílica, melhor e que não tem nada a ver com aquilo que estão vivendo.

Saber que não estão isolados nos seus sentimentos; que não são os únicos a sentir aquilo... que aquilo que sentem todos sentem num dado momento, sob certas condições, é o que torna possível o contato entre as pessoas. Elas se nutrem e nutrem os demais poetizando as coisas. Facilmente entram no terreno da fantasia e das possibilidades irreais para se confortarem. Muitas vezes não sabem porque estão sentindo o que estão sentindo.

Fonte: www.marciamattos.com.br

Demandas do fim de semana ou tudoaomesmotempoagora - ATUALIZADO

  • Fichamento do "Raça e História", de Lévi-Strauss; (ok!)
  • Fichamentos da aula de Regimes de Produção do Conhecimento; (ok!)
  • Preparar entrevistas para o BoletIN do Lappis; (ok!)
  • Textos de Marcia Teixeira e Marteleto para ler; (ok!!)
  • Preparar pauta de TRÊS edições retroativas do "Jornal do Morhan" (o "esqueleto" de duas edições já está pronto - sim, após quase dois meses...)

sábado, 8 de maio de 2010

Ch-ch-changes

Após um mês de postagens meramente "apurativas", resolvi me manifestar. Devo confessar que, embora restrita, a exposição virtual- seja ela pessoal ou profissional - me assusta. Sagitariana, com ascendente em Aquário e Lua em Peixes, sou naturalmente transparente, passional (resultado do mix entre as etnias grega, italiana e portuguesa) e, algumas vezes, polêmica. Embora saiba o limite entre a sinceridade e a grosseria, tenho medo de falar/escrever demais e ser mal interpretada. No entanto, é um risco que sempre vamos correr.

Como jornalista, estou acostumada a dar voz ao outro. Transmitir as informações da maneira mais literal possível - claro, sempre prevalecendo o bom senso. Após fazer isso por quase cinco anos, sinto minha criatividade enferrujada. Ao mesmo tempo, estou vivendo um brainstorm desenfreado (para o desespero da coordenação do curso, posso perceber) no que toca ao tema da dissertação.

Não vou mentir: muita coisa me interessa. A saúde ainda é um tema estrangeiro para mim, embora tenha passado os últimos anos produzindo produtos de comunicação voltados para esta seara. Para os que não sabem, toda a minha formação está voltada para o Jornalismo Cultural - tendo especialização na área e um TCC permeando a obra do grande cineasta e coreógrafo Bob Fosse (alguém aí já assistiu "All That Jazz"?). Não faz sentido dizer que o meu envolvimento com o SUS tenha sido mero acaso - se não tivesse pego gosto pelo campo, pularia fora em algumas semanas.

Como sabem, comecei como voluntária do Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas pela Hanseníase (MORHAN) e, desde 2007, atuo na comunicação do Laboratório de Pesquisas sobre Práticas de Integralidade em Saúde (Lappis) - onde tive contato for real com a Saúde Coletiva, sob vários prismas. Mas a profissão jornalista é generalista (desculpem, não encontrei outro termo) por definição: diz a lenda que sabemos "um pouco de tudo e muito de nada". A correria das entrevistas, eventos e divulgações não me permitiu investigar a área com profundidade. Somente agora, após os dois primeiros meses do mestrado, posso dizer que há uma profissional da comunicação e da saúde em desenvolvimento.

Quem entrou aqui (os convidados, obviamente: finalmente aprendi a "fechar" o blog), já sabe que o endereço mudou: agora é http://www.diariovirtualdepesquisa.blogspot.com/ . A opção por um nome genérico permite informar a real função desse veículo, que é fazer um espaço de apuração com o intuito de auxiliar a construção da minha pesquisa. Não se trata, embora possa acontecer, de fazer uma análise in loco dos meios de comunicação online sobre a saúde.

Bem vindos novamente! ;)

PS: O título dessa postagem é uma citação da música "Changes", do meu queridíssimo David Bowie.

PS 2: Gostaria, ainda, de agradecer à minha colega de mestrado Carol Pires Araújo, que sem querer me convenceu a continuar com esse blog.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Tirando a poeira!

Essa semana pode ser decisiva para a escolha do tema da minha dissertação. Aguardem. ;)