É, amigos. Nos últimos dois meses, minha pesquisa tomou (mais) um novo rumo: a ausência de documentos primários e a dificuldade de rastrear os pesquisadores de uma rede (Instituto Virtual da Dengue/IVD) que existiu formalmente, mas não veio a gerar produtos, me levou a revisitar o caso do Programa Integrado da Doença de Chagas (PIDC), previsto inicialmente para ser estudado junto com o IVD. A banca da qualificação aconselhou escolher apenas uma das redes, visto que o tempo do mestrado era relativamente curto para dar conta das demandas de pesquisa.
Uma vez decidido, minha próxima etapa foi entrar em contato com os coordenadores da rede para solicitar a autorização da pesquisa. Com a resposta afirmativa, dei entrada no Comitê de Ética com o meu projeto no final de junho. O próximo passo foi escrever para os coordenadores das cinco redes do PIDC para uma conversa inicial e levantar os documentos primários para análise.
Primeira a responder e marcar a conversa, a Dra. Tania Araújo-Jorge foi, coincidentemente, uma das fundadoras da rede. Ela, que é diretora do Instituto Oswaldo Cruz, falou sobre a história do grupo e a importância da comunicação nele. E ainda fui convidada para a oitava edição do encontro anual do PIDC, que será realizado nos dias 14, 15 e 16 de setembro, em Angra dos Reis (RJ). De quebra, estou ajudando a preparar um relatório sobre os produtos gerados pelas colaborações do grupo, junto com a assessora de pesquisa do programa - que também será uma parte da minha dissertação. Além da revisão bibliográfica, que já está em andamento, o meu trabalho já vem tomando forma. O próximo passo? As entrevistas! Mas esse é um assunto para os próximos meses... ;)
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